A Evolução dos Modelos Atômicos

 

Desde dos filósofos da Grécia antiga aos dias atuais, o homem busca teorias para definir o Átomo. A etimologia da palavra átomo nos leva a crer ser essa uma partícula indivisível (a = não; tomo = divisão). Porém, ao longo dos tempos, cientistas como Thomson, Rutherford e Bohr foram fundamentais para a descoberta de partículas ainda menores que o átomo (partículas subatômicas) e a formulação do modelo atual.

Veja abaixo de que forma cada modelo foi sucedendo o anterior, através de experimentos com grande relevância para exames vestibulares.

 

Modelo de Dalton

O primeiro cientista a propor um modelo atômico com base em experiências científicas foi John Dalton em 1808. Os 5 principais pontos de sua teoria são:

Foto de John Dalton

  • Os elementos químicos são compostos por partículas mínimas chamadas de átomos;
  • Átomos de um mesmo elemento são iguais em massa, tamanho e propriedades;
  • Elementos diferentes possuem átomos com propriedades químicas e físicas diferentes;
  • Diferentes átomos podem combinar-se para formar uma variedade de substâncias;
  • Átomos são partículas maciças e indivisíveis (modelo bola de gude).

 

Modelo de Thomson

Coube ao inglês J. J. Thomson a descoberta do elétron. Várias foram as experiências feitas pelo cientista, destacando-se os seguintes aspectos para o vestibular do ENEM:

1o experimento

1o experimento de Thomson

 A ausência de matéria gerada pela bomba de vácuo representa que, para o fechamento da corrente elétrica, "algo" deve passar entre o catodo e o anodo. Esse feixe foi denominado de raios catódicos.

 

2o experimento

2o experimento de Thomson 

 Nesse experimento, a presença da ventoinha tem por objetivo determinar se o feixe possuía massa. Como a ventoinha se movimenta, fica provada a existência de massa no feixe.

 

3o experimento

3o experimento de Thomson

O último experimento teve por objetivo a determinação da carga do feixe. Como pode ser observado acima, o feixe aproxima-se da placa positiva tendo portanto carga negativa.

 

Através desses três experimentos Thomson comprovou a existência do elétron, propondo um novo modelo atômico no qual o átomo seria formado por uma pasta positiva repleta de partículas negativas (o elétron). Esse modelo ficou conhecido como "Pudim de passas".

 

Modelo de Rutherford

A experiência de Rutherford constituiu-se no bombardeio de uma finíssima lâmina de ouro por um feixe de partículas alfa. 

Experiência de Rutherford

As seguintes observações foram feitas a partir do experimento:

  • A grande maioria das partículas atravessou a lâmina sofrendo pouco ou nenhum desvio;
  • Uma pequena parte das partículas atravessou a lâmina sofrendo um grande desvio.

Por ter a partícula alfa carga positiva foi possível concluir que o átomo possui uma região central, que concentra a massa e tem carga positiva, denominada núcleo e outra região periférica que apresenta um grande vazio com elétrons distrubuídos de forma bastante dispersa, denominada eletrosfera.

 

Modelo de Bohr

Este último modelo atômico complementa o de Rutherford e constitui o modelo atualmente aceito. Nele são propostas maneiras dos elétrons se movimentarem em torno do núcleo e a energia associada a esse movimento.

 

De todo o conteúdo abordado no post de hoje, é fundamental um correto entendimento de cada experimento apresentado. Está aí a maior probabilidade de questões envolvendo o tema.

 

Questão

Questão

Dica: não deixe de fazer as provas da 1a fase do Vestibular da UERJ na sua preparação para o ENEM. O vestibular carioca tem bastante semelhança ao exame nacional, tendo a vantagem de ser um pouco mais complexo.

O gabarito da questão acima será postado em breve nos comentários.



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