Ditadura Militar - Governo Figueiredo

Saludos amigos!

Por fim hoje concluiremos nossos estudos sobre a ditadura militar no Brasil. O governo de Figueiredo.

Como vimos na aula anterior, a crise econômica e política, diminuiam cada vez mais a popularidade dos governos militares e aumentavam a insatisfação civil. Durante o governo Geisel os movimentos sindicais do ABC paulista ganharam força, e havia sido decretada a Lei Falcão, que permitia a propaganda de candidatos. O último presidente militar durante a ditadura, Figueiredo, possuiu um governo delicado. 

Com o processo de redemocratização, foi decretada a Lei da Anistia, que dava o "perdão político" aos que cometeram crimes políticos durante a ditadura. Atualmente a lei tem gerado discussões pois ao perdoar esses crimes, de pessoas que eram consideradas criminosas por serem opostas ao regime, perdoa ao mesmo tempo, torturadores desse período. Foi no Governo Figueiredo também que foi permitido o retorno do Pluripartidarismo. PDS (antiga ARENA), PMDB, PTB, PDT e PT. Em 1981, ocorreu o atentado da "Linha Dura" durante um evento que matou dois militares no Riocentro, zona oeste do Rio de Janeiro. Acontecia também eleições diretas para governador em 1982: vitória de Brizola (RJ), Tancredo (MG) e Montoro (SP)

Emenda Dante de Oliveira (1983):proposta de emenda constituicional para que fosse restabelecido o direito de eleições diretas.

A campanha "Diretas Já" (1984) promoveu diversas mobilizações políticas e sociais, como plenárias, discurso de políticos e líderes sindicais, para o retorno das eleições diretas para presidente.

A derrota a ditadura chegava e em 1985, houve a eleição indireta de Tancredo Neves, que antes de tomar a posse ao cargo da presidencia faleceu.




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